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Pode Levar Refrigerante no Avião? Tudo o Que Ninguém Te Conta

Atualizado em 14 de janeiro de 2026

Levar um simples refrigerante no avião parece uma dúvida boba… até você chegar no aeroporto e perceber que as regras para líquidos podem transformar algo trivial em um mini quebra-cabeça. Afinal, o que realmente pode? O que é barrado? E como evitar aquela situação chata de ter que deixar sua bebida favorita no raio-X?

A verdade é que as normas não são tão complicadas quanto parecem, mas existe um detalhe que muda tudo: onde você pretende transportar o refrigerante. 

Na mala despachada, quase tudo passa. Já na bagagem de mão, a conversa é completamente diferente. Muitos viajantes não sabem que, dependendo do país, as regras podem mudar e isso gera insegurança justamente no momento mais inconveniente.

Este guia foi pensado para simplificar sua viagem. Aqui você vai entender, de forma direta e prática, como levar refrigerantes, sucos e outras bebidas no avião sem correr riscos de ter itens confiscados ou de enfrentar contratempos na segurança. 


Entenda as Regras Antes de Viajar

Antes de pensar em colocar uma lata de refrigerante na mala ou tentar passar com ela no raio-X, vale entender por que existem regras tão específicas para líquidos em aeroportos. 

Não é exagero, nem vontade das companhias aéreas de complicar a vida do passageiro. Essas normas foram criadas para garantir segurança e padronização no mundo inteiro. 

Cada etapa da viagem funciona com critérios diferentes: o que vale na segurança do aeroporto não é exatamente o que vale para a companhia aérea, e ainda há variações quando se trata de voos internacionais. 

O que as normas realmente dizem sobre bebidas no avião

As normas sobre transporte de bebidas no avião são mais simples do que parecem, embora muita gente se confunda na prática. 

De forma geral, refrigerantes, sucos e outras bebidas são permitidos tanto na bagagem despachada quanto na bagagem de mão. O que muda é a quantidade e o local onde você está transportando o item. 

O grande ponto de atenção está na inspeção de segurança, que segue diretrizes internacionais como a regra dos 100 ml, voltada a líquidos, géis e aerossóis. Ou seja, não é o refrigerante em si que causa problemas, mas sim o volume da embalagem. 

Outro detalhe importante é que, após passar pela área de segurança, você pode comprar bebidas normalmente nas lojas do aeroporto e levá-las para dentro do avião sem qualquer restrição. 

Em outras palavras, o que realmente determina se a bebida passa ou não é o momento em que ela será verificada e o tamanho da embalagem. Entender isso já elimina boa parte das dúvidas dos passageiros.

Por que existem restrições para líquidos na bagagem de mão

As restrições para líquidos na bagagem de mão surgiram por razões de segurança internacional. 

Após incidentes que envolveram substâncias líquidas usadas de forma indevida dentro de aeronaves, autoridades como TSA, EASA e sistemas de segurança de aeroportos ao redor do mundo adotaram o limite de 100 ml por recipiente. 

Isso não tem relação com o conteúdo ser “perigoso” por natureza, afinal, um refrigerante não oferece risco, mas sim com a necessidade de padronizar inspeções e evitar que líquidos sejam usados para transportar substâncias proibidas. 

Por isso, qualquer líquido acima desse limite precisa ser despachado. Essa regra vale para água, perfumes, sabonete líquido, achocolatado e, claro, refrigerantes. A inspeção de segurança precisa analisar de forma rápida milhares de bagagens por dia, e a limitação de volume facilita esse processo. 

Diferença entre regras de segurança, companhia aérea e normas internacionais

Quem viaja com frequência já percebeu que nem sempre as orientações parecem claras. Isso acontece porque há três esferas diferentes que influenciam o que você pode ou não levar: a segurança do aeroporto, a companhia aérea e as normas internacionais. 

A segurança do aeroporto é responsável por determinar o que passa no raio-X, e é aqui que entram regras como o limite de 100 ml na bagagem de mão. Já a companhia aérea define políticas de peso, tamanho e quantidade de bagagem, além de orientar como itens específicos devem ser transportados no porão. 

Por fim, normas internacionais como ICAO e TSA criam diretrizes globais que servem de base para vários países, mas podem ter pequenas adaptações locais. Isso explica por que o que é permitido em um país pode ser barrado em outro. 

No caso do refrigerante, a base é quase sempre a mesma: permitido na mala despachada e restrito na bagagem de mão antes do raio-X. Entender essas diferenças reduz confusões e deixa a viagem bem mais tranquila.


Afinal, Pode Levar Refrigerante no Avião?

Sim, é totalmente possível levar refrigerante no avião, mas isso depende diretamente de onde a bebida está sendo transportada. 

Essa é a parte que gera confusão entre os passageiros: não é o refrigerante que é proibido e sim o tamanho da embalagem e o local onde ela está no momento da inspeção. 

A boa notícia é que, com um pouco de organização, você consegue levar suas bebidas favoritas sem enfrentar nenhum estresse no aeroporto. 

Refrigerantes, sucos, achocolatados e outras bebidas permitidas

Refrigerantes, sucos, águas saborizadas, bebidas lácteas e até achocolatados estão liberados no avião desde que você siga as regras de transporte. 

Na mala despachada, o passageiro costuma ter total liberdade para levar a quantidade que quiser, desde que o peso total da bagagem não ultrapasse o permitido pela companhia aérea. 

Já na bagagem de mão, essas bebidas precisam respeitar o limite de 100 ml por recipiente antes do raio-X, ou seja, quase nenhum refrigerante comercial pode entrar dessa forma. 

No entanto, tudo muda depois que você passa pela inspeção: bebidas compradas dentro da área de embarque podem ser levadas para o avião sem qualquer restrição de tamanho. 

Isso inclui latas de 350 ml, garrafas de 600 ml e até embalagens maiores vendidas em lojas duty free. Em resumo, as bebidas são permitidas, mas o momento do controle de segurança é o fator determinante sobre como transportá-las.

Quando a bebida pode ser barrada no aeroporto

A bebida pode ser barrada principalmente durante a inspeção de segurança, quando a equipe analisa volumes de líquidos acima de 100 ml na bagagem de mão. Se você tentar passar com uma garrafa de refrigerante de 350 ml, por exemplo, ela será retida imediatamente, mesmo que esteja lacrada. 

Outro caso comum ocorre quando o passageiro transporta bebidas na mala despachada sem proteção adequada. Garrafas mal vedadas, embalagens frágeis ou risco de vazamento podem fazer o item ser impedido de embarcar. 

Em situações mais específicas, bebidas alcoólicas com graduação acima do permitido ou embalagens que não resistem à pressurização também podem gerar retenção. Em voos internacionais, alguns países têm inspeções adicionais mesmo após o duty free, e isso pode causar confusão. 

O importante é saber que, quando a bebida é barrada, não é por causa do conteúdo, mas sim do volume, da segurança ou do risco operacional. Seguindo as orientações básicas, é raro enfrentar esse tipo de problema.


Levar Refrigerante na Bagagem Despachada

Colocar refrigerantes na bagagem despachada é, sem dúvida, a forma mais simples e flexível de transportar bebidas em uma viagem. A maioria das companhias aéreas permite refrigerantes, sucos e outras bebidas sem grandes restrições, desde que respeitem o peso máximo da mala. 

Isso significa que você pode levar várias latas ou garrafas sem se preocupar com o limite de 100 ml, já que essa regra vale apenas para bagagem de mão. Porém, apesar dessa liberdade, existem cuidados importantes para evitar transtornos, como garrafas estourando por causa da pressurização ou latas amassadas vazando no meio da mala. 

Um detalhe que poucos passageiros consideram é que, ao despachar a bebida, ela passará por movimentação intensa, mudanças de temperatura e impacto físico. Por isso, não basta apenas colocá-la dentro da mala, é preciso embalar da forma correta. 

Quantidade permitida e limites por peso

Quando falamos de bagagem despachada, a quantidade de refrigerantes que você pode levar depende basicamente de um único fator: o peso total da mala. 

As companhias aéreas não costumam limitar o número de garrafas ou latas, desde que o conteúdo não seja inflamável ou perigoso, o que não é o caso do refrigerante. 

Isso significa que, na prática, você pode levar várias unidades, desde que sua bagagem não ultrapasse o peso permitido, que geralmente varia entre 23 kg e 32 kg, dependendo do voo e da classe tarifária. 

Para quem viaja com muitas bebidas, o ideal é distribuir o peso de forma equilibrada, evitando concentrar todas as garrafas em um único ponto da mala, o que pode causar impactos internos e até danificar outros itens. 

Cuidados para evitar vazamentos devido à pressurização

Um dos maiores riscos de colocar refrigerantes na mala despachada é o vazamento causado pela combinação de pressurização, mudanças de temperatura e impactos durante o transporte. 

Latas podem estufar e abrir pequenas fissuras, enquanto garrafas plásticas podem deformar ou perder vedação. 

A primeira medida preventiva é evitar transportar garrafas muito cheias; quanto mais espaço vazio houver no recipiente, menor a pressão interna. Outra dica é preferir latas novas e sem amassados, já que qualquer deformação aumenta a probabilidade de rompimento. 

Em voos muito longos, onde a mala fica sujeita a temperaturas baixas no porão, a chance de alteração na pressão interna aumenta.

Vale lembrar que um vazamento pode causar prejuízos extras, além de danificar suas roupas e objetos pessoais, pode dificultar a identificação da mala em casos de extravio de bagagem, já que líquidos espalhados podem borrar etiquetas ou danificar identificadores externos. Esses cuidados simples fazem diferença para garantir que tudo chegue ao destino do jeito certo.


Levar Refrigerante na Bagagem de Mão

Levar refrigerante na bagagem de mão é onde a maioria dos passageiros encontra dificuldades, porque aqui entram as regras mais rígidas de segurança. 

A famosa norma dos 100 ml se aplica diretamente a qualquer líquido antes da inspeção de raio-X, e isso inclui desde água até cosméticos sem exceções para bebidas comuns como refrigerantes e sucos. 

Ou seja, aquela garrafa de 350 ml que parecia inofensiva provavelmente será barrada. No entanto, essa limitação vale apenas antes de você passar pelo controle de segurança. 

Depois disso, a história muda completamente, já que as lojas dentro da área de embarque podem vender bebidas de qualquer tamanho e você pode embarcar com elas sem problemas. 

A regra dos 100 ml explicada claramente

A regra dos 100 ml é uma das normas mais conhecidas e mais temidas pelos viajantes. Ela determina que qualquer líquido transportado na bagagem de mão deve estar em embalagens de até 100 ml, todas acomodadas em um saco plástico transparente de até 1 litro. 

Essa limitação não distingue o tipo de líquido: pode ser água, perfume, shampoo, iogurte ou refrigerante. O objetivo é facilitar a inspeção de segurança e impedir o transporte de substâncias líquidas potencialmente perigosas em grandes volumes. 

Por isso, mesmo que seu refrigerante esteja lacrado, embalado ou recém-comprado fora do aeroporto, ele será retido se ultrapassar o volume permitido. A regra não tem exceções para bebidas comerciais, o que muda é o momento da compra. 

O que acontece se você tentar levar um refrigerante grande na mão

Se você tentar passar pelo raio-X com um refrigerante acima de 100 ml na bagagem de mão, não há mistério: o item será retido. A equipe de segurança irá pedir que você descarte a bebida, volte para despachá-la (se ainda houver tempo) ou simplesmente a abandone no local. 

Mesmo que esteja lacrada, nova ou dentro dos limites da companhia aérea para peso e tamanho de bagagem, isso não faz diferença, a restrição se aplica exclusivamente ao volume do líquido. 

Em alguns casos, passageiros tentam consumir a bebida na fila para não desperdiçar, mas isso costuma gerar mais pressa do que solução. Chegar atrasado ao portão de embarque por causa disso pode ser bem mais prejudicial. 

Em voos internacionais, o controle é ainda mais rígido, e o passageiro pode até passar por triagens adicionais se insistir em levar itens proibidos.


Dicas Para Viajar com Bebidas Sem Dor de Cabeça

Viajar com refrigerantes, sucos ou qualquer outra bebida pode ser totalmente tranquilo quando você entende as regras e se planeja com antecedência. 

Ainda assim, pequenos detalhes fazem toda diferença para evitar estresse no aeroporto ou surpresas desagradáveis ao abrir a mala no destino. 

Por isso, vale conhecer algumas estratégias simples que otimizam sua experiência: desde escolher embalagens mais práticas até descobrir quando vale a pena comprar a bebida já dentro da área de embarque. 

Essas dicas são especialmente úteis para quem leva bebidas com frequência, seja porque gosta de economizar, porque prefere marcas específicas ou porque está viajando para destinos onde certos produtos são difíceis de encontrar. 

Como escolher as melhores embalagens

A escolha da embalagem faz toda a diferença na hora de viajar com refrigerantes. Se a ideia é despachar a bebida, priorize embalagens resistentes, como garrafas PET e latas em perfeito estado. Evite garrafas de vidro, que são mais frágeis e podem quebrar facilmente devido ao impacto e à manipulação intensa das malas. 

Outro ponto importante é verificar se a tampa está bem vedada. Garrafas parcialmente consumidas nunca são uma boa ideia, pois aumentam o risco de vazamento. Para quem pretende levar líquidos na bagagem de mão, dentro do limite de 100 ml, embalagens pequenas e com tampas rosqueáveis oferecem mais segurança. 

Já para bebidas compradas após o raio-X, prefira embalagens que você consiga carregar com conforto até o portão de embarque, especialmente se estiver com outras malas. 

Embalagens mais compactas também são excelentes para colocar no bolso lateral da mochila sem risco de queda. Pensar nisso com antecedência ajuda você a evitar prejuízos e garante muito mais tranquilidade na viagem.

Dicas para manter a bebida gelada até o embarque

Se você gosta de tomar seu refrigerante bem gelado, existem algumas estratégias simples para conservar a temperatura até a hora do embarque. 

Uma delas é colocar a bebida na geladeira ou freezer pouco antes de sair de casa, garantindo que ela esteja o mais fria possível, sem congelar, para evitar deformação da embalagem. 

Outra opção é usar uma bolsa térmica pequena, desde que ela esteja vazia de gelo ou líquidos ao passar pelo raio-X. Você pode colocar as bolsas de gel reutilizáveis congeladas dentro da bagagem despachada e utilizá-las mais tarde. 

Se a compra for feita no aeroporto, muitas lojas oferecem bebidas geladas prontas para consumo, o que elimina essa preocupação. Em aeroportos maiores, é comum encontrar vending machines com preços mais acessíveis que lojas tradicionais. 

Finalmente, para quem viaja em voos longos, vale lembrar que o serviço de bordo costuma oferecer bebidas geladas, então manter a sua própria gelada é mais uma questão de preferência do que necessidade.


Conclusão

Viajar com refrigerante não é nenhum mistério, o segredo está em saber como cada tipo de bagagem é tratado no aeroporto. O ponto que mais causa confusão é a distinção entre o que vai com você na cabine e o que segue no porão. 

Antes do raio-X, qualquer líquido acima de 100 ml é automaticamente barrado, independentemente de estar lacrado ou ser algo simples como um refrigerante. 

Já na mala despachada, essa restrição desaparece, permitindo levar garrafas e latas sem maiores preocupações. Quando você entende essa dinâmica, o processo fica muito mais prático e você evita surpresas desagradáveis no momento da inspeção.

Isso significa que você pode levar praticamente qualquer quantidade de refrigerantes na mala despachada, desde que embale corretamente e respeite o peso permitido. 

No fim das contas, viajar com bebidas não precisa ser complicado. Quando você sabe o que pode levar e segue algumas boas práticas, tudo flui com leveza e seu refrigerante favorito chega ao destino intacto, pronto para acompanhar a viagem.


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