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AirHelp celebra cinco anos a defender os direitos dos passageiros aéreos a nível mundial

Atualizado pela última vez

  • A empresa líder na obtenção de compensações por perturbações em voos já ajudou mais de 5 milhões de consumidores em 188 países a obter cerca de 300 milhões de euros das companhias aéreas.
  • A AirHelp calcula que 35 milhões de pessoas deixaram as suas compensações expirar, desde a fundação da empresa, em 2013.
  • Na celebração dos cinco anos, a AirHelp recorda algumas das vitórias importantes para a indústria de viagens e algumas curiosidades.

Lisboa, 26 de janeiro de 2018 – A AirHelp, empresa especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos e líder mundial na obtenção de compensações por perturbações em voos, celebra cinco anos a defender os direitos dos passageiros aéreos a nível mundial. Desde a sua criação, em 2013, a AirHelp cresceu de três para 500 colaboradores e introduziu tecnologias de ponta de inteligência artificial (IA) para agilizar o processo de obtenção de compensações.

CINCO ANOS DE INFLUÊNCIA NA INDÚSTRIA

Nos últimos anos, os investimentos da AirHelp em tecnologia legal, desenvolvimento de IA e lançamento de uma nova ferramenta que permite aos passageiros verificar o historial de voos e a elegibilidade de compensações passadas permitiram que seja possível ir a tribunal com poucas despesas, sem riscos para o consumidor. Os advogados de IA, base de dados líder a nível mundial sobre perturbações em voos e a maior rede global de advogados locais especializados em direitos dos passageiros aéreos permitiram à companhia ajudar mais de cinco milhões de consumidores em 188 países a reivindicar cerca de 300 milhões de euros em compensações.

A equipa jurídica da AirHelp mudou a indústria, oferecendo justiça como um serviço, através de uma solução que não tem custos para o consumidor, caso a reivindicação de compensação não tenha sucesso. A empresa venceu vários casos que levaram a mudanças com impacto positivo na legislação mundial e tem ajudado a informar os viajantes sobre os seus direitos.

Fazendo uma retrospetiva dos últimos cinco anos, Henrik Zillmer, CEO da AirHelp, afirma: «Desde o início, a missão da AirHelp tem sido responsabilizar as companhias aéreas e tornar o processo de obtenção de compensações o mais simples e eficiente possível para os viajantes. Nos próximos anos, continuaremos a defender os consumidores em todo o mundo, educando os passageiros sobre seus direitos, influenciando os legisladores e as companhias aéreas a colocar os direitos dos passageiros em primeiro lugar, enquanto continuamos a elevar a indústria, disponibilizando recursos tecnológicos de topo para todos».

CASOS QUE LEVARAM A MUDANÇAS NA JURISDIÇÃO

Vários dos casos ganhos pela AirHelp levaram a mudanças na legislação em todo o mundo. Alguns dos casos são:

  • Antes de a AirHelp começar a tratar de pedidos de compensação referentes a atrasos causados por ligações perdidas, os passageiros precisavam de provar que o atraso no primeiro voo tinha sido a única razão que tinha causado a perda do voo seguinte. Hoje, depois de ganhar vários casos, o atraso da primeira etapa que não permite que o passageiro tenha o tempo mínimo para fazer a mudança de avião é considerado automaticamente como responsabilidade da companhia aérea;
  • Graças à AirHelp, os bebés são elegíveis para compensações, mesmo nos casos em que os pais apenas pagaram uma taxa para levá-los no avião;
  • A AirHelp tem lutado contra uma companhia aérea que afirma que os passageiros precisam de notificar a sua reivindicação dentro de 2/3 meses depois da data do voo, para que consigam obter a sua compensação. A AirHelp já venceu dois processos e o caso já foi levado ao Supremo Tribunal.

AS DESCULPAS MAIS CURIOSAS DAS COMPANHIAS AÉREAS

Desde a sua fundação, a equipa jurídica da AirHelp enfrentou em tribunal várias companhias aéreas que tentaram esquivar-se às suas responsabilidades, usando argumentos curiosos:

  • Numa das ilhas gregas, uma companhia aérea argumentou que o atraso foi causado pela necessidade de esperar que o sol descongelasse o avião naturalmente;
  • Na Alemanha, uma companhia aérea argumentou que um passageiro que estava a reivindicar uma compensação não existia;
  • No Reino Unido, uma companhia aérea justificou o atraso devido a uma emergência médica. Durante o julgamento, foi revelado que a emergência deveu-se ao facto de alguém se ter sentido mal no WC. O piloto decidiu não viajar até que fosse feita a limpeza, apesar de existirem outros WC no avião e de o voo durar apenas 45 minutos;
  • Na Finlândia, a AirHelp venceu um caso onde o atraso foi causado pela expulsão de dois passageiros embriagados, assim como pela necessidade de concertar uma janela partida. O tribunal decidiu que nenhum dos casos eram circunstâncias extraordinárias.

EXEMPLOS DE QUANTIAS ELEVADAS DE COMPENSAÇÕES PAGAS

A AirHelp já teve a oportunidade de representar grandes grupos de passageiros, conseguindo montantes elevados de pagamento de compensações, tais como: 10.400 € em Espanha; 6.000 € na Alemanha; 5.095 € no Reino Unido; 3.600 € em Portugal; 3.000 € em França; 3.000 € em Itália; 2.400 € na Polónia e 2.400 € na Bélgica.