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Tribunal declara que “problema técnico” já não se classifica como circunstância extraordinária.

Ada Kozłowska

Finalmente, há boas notícias para todos os passageiros aéreos! As companhias aéreas já não poderão abusar da cláusula “circunstâncias extraordinárias”. O Supremo Tribunal Britânico rejeitou a defesa da Jet2.com de atraso devido a problemas técnicos enquanto circunstância extraordinária. Após uma longa batalha, Ronald Huzar conseguirá indemnização para o atraso de 27 horas que sofreu num voo de Málaga para Manchester em 2011.

 

Uma decisão de tribunal sobre indemnização por atraso devido a problemas técnicos poderá ser uma marcante decisão jurídica que fará com que no futuro as companhias não evitem mais as suas responsabilidades. Problemas técnicos não são circunstâncias extraordinárias – sempre o soubemos, no entanto agora que foi declarado pelo tribunal supremo, as companhias aéreas terão que seguir a regra. Ronal Huzar iniciou a sua batalha no tribunal local em Manchester, que tomo o seu partido. No entanto, a Jet2.com recorreu e levou o caso até ao tribunal superior. Este recurso foi rejeitado e o passageiro conseguiu os 600€ de indemnização a que tinha direito.

 

Da experiência da AirHelp, problemas técnicos são uma das desculpas mais usadas pelas companhias quando o sue voo atrasa ou é cancelado. 80% de todas as reclamações de voos com alegados “problemas técnicos” são rejeitados pelas companhias aéreas! Uma realidade que esperemos que mude no futuro.

 

Se a sua reclamação foi rejeitada devido a problemas técnicos, não hesite em submeter a sua reclamação (www.airhelp.com) a AirHelp. Lembre-se que um voo com atraso ou cancelado poderá ser reclamado até 3 anos depois do incidente. A regulação da UE é aplicável a qualquer voo a partir de um aeroporto comunitário e qualquer voo com chegada ao espaço da UE com uma companhia pertencente a uma operador de um Estado Membro.

Receba uma indemnização pelos voos atrasados, cancelados ou sobrelotados dos últimos três anos.

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